Amigos, em função da previsão de muita chuva nos dias 30 e 31 de maio, a comissão organizadora alterou a data de realização do circuito.
Nova data: 21 de junho de 2009
Horário de início: 8:00 h
Local de início: Ao lado da Prefeitura Municipal de Grandes Rios.
Confirme sua participação até dia 16 de junho, pelo telefone 43-3474-1321 ou emagrios@ibest.com.br (Comissão organizadora de Grandes Rios-Pr).
Estamos organizando um grupo saíndo de Londrina. Contate conosco: londrinape@gmail.com
“Caminhar numa terra bonita, sem pressa, na companhia de amigos, eis, de todas as maneiras de viver, aquela que mais me agrada.” Jean-Jacques Rousseau
Circuito do Rio Ivaí
Caminhada Internacional na Natureza
Quando: 31 de maio de 2009
Onde: Grandes Rios - Paraná
Pode ser feita só ou em grupo, cada qual no seu ritmo. Não há limite de idades. Não esqueçam de usar roupas leves, cores claras, calçado adequado, chapéu, protetor solar, máquina fotográfica. Você poderá adquirir e garantir seu almoço na hora da inscrição. O almoço será no final da caminhada em Balsa do Marolo, ambiente natural às margens do Ivaí. No final da caminhada haverá uma feira da agricultura familiar com variados pratos e artesanato a venda. Ao longo do circuito, além da Caminhada, haverá algumas atrações e atividades para apreciação do caminhante.
Estrutura
Início será das 8:30 às 10:00 h
Circuito com 13 km sinalizado nos padrões internacionais
Saída: Prefeitura municipal em frente ao colégio Geremias Lunardelli
Roteiro com 3 pontos de controle e apoio onde serão carimbadas as carteiras dos caminhantes
Durante o trajeto, o caminhante passará pelos seguintes locais:
-Lavouras de Café
-Lavoura de eucaliptos
-Propriedades rurais de agricultores familiares
-Áreas de pastagens
-Linda vista do Rio Ivaí por 3 km
-Balsa do Marolo
Passaporte IVV
Cada caminhante receberá um passaporte de Validade Internacional, e ao completar o percurso receberá o carimbo internacional IVV, o qual dará direito de participar de Caminhadas no Brasil e em diversos países participantes de caminhadas. Ao completar 10 caminhadas, o participante deverá enviar seu passaporte para a ANDA BRASIL, para receber certificado, pin, bordado e caderneta.
Saída de Londrina às 6:00 h.
Retorno aproximadamente às 17:00 h.
Peça informações através do email: londrinape@gmail.com
Clique na imagem para ampliar:

Quando: 31 de maio de 2009
Onde: Grandes Rios - Paraná
Pode ser feita só ou em grupo, cada qual no seu ritmo. Não há limite de idades. Não esqueçam de usar roupas leves, cores claras, calçado adequado, chapéu, protetor solar, máquina fotográfica. Você poderá adquirir e garantir seu almoço na hora da inscrição. O almoço será no final da caminhada em Balsa do Marolo, ambiente natural às margens do Ivaí. No final da caminhada haverá uma feira da agricultura familiar com variados pratos e artesanato a venda. Ao longo do circuito, além da Caminhada, haverá algumas atrações e atividades para apreciação do caminhante.
Estrutura
Início será das 8:30 às 10:00 h
Circuito com 13 km sinalizado nos padrões internacionais
Saída: Prefeitura municipal em frente ao colégio Geremias Lunardelli
Roteiro com 3 pontos de controle e apoio onde serão carimbadas as carteiras dos caminhantes
Durante o trajeto, o caminhante passará pelos seguintes locais:
-Lavouras de Café
-Lavoura de eucaliptos
-Propriedades rurais de agricultores familiares
-Áreas de pastagens
-Linda vista do Rio Ivaí por 3 km
-Balsa do Marolo
Passaporte IVV
Cada caminhante receberá um passaporte de Validade Internacional, e ao completar o percurso receberá o carimbo internacional IVV, o qual dará direito de participar de Caminhadas no Brasil e em diversos países participantes de caminhadas. Ao completar 10 caminhadas, o participante deverá enviar seu passaporte para a ANDA BRASIL, para receber certificado, pin, bordado e caderneta.
Saída de Londrina às 6:00 h.
Retorno aproximadamente às 17:00 h.
Peça informações através do email: londrinape@gmail.com
Clique na imagem para ampliar:

Estrada da Cegonha
Caminho da Estrada da Cegonha - 16 km
Quando: 23 de maio de 2009 (com ou sem chuva)
Saída: 7:30 h defronte Iate Clube
Ponto de encontro: Iate Clube - Av. Higienópolis
Tempo de duração da caminhada: 4 horas
Percurso principal: 16 km (média média)
Percurso alternativo: (...) km (dificuldade baixa)
Final da caminhada: Restaurante da Roça
Retorno: transporte público
Carro de apoio: não
Usar roupas leves, calçados adequados, protetor solar e boné.Levar água e lanche de trilha (barra de cereais, fruta, frutas secas, etc)
Como se inscrever: através do email londrinape@gmail.com
Quando: 23 de maio de 2009 (com ou sem chuva)
Saída: 7:30 h defronte Iate Clube
Ponto de encontro: Iate Clube - Av. Higienópolis
Tempo de duração da caminhada: 4 horas
Percurso principal: 16 km (média média)
Percurso alternativo: (...) km (dificuldade baixa)
Final da caminhada: Restaurante da Roça
Retorno: transporte público
Carro de apoio: não
Usar roupas leves, calçados adequados, protetor solar e boné.Levar água e lanche de trilha (barra de cereais, fruta, frutas secas, etc)
Como se inscrever: através do email londrinape@gmail.com
Fazenda Refugio
Caminho da Fazenda Refugio - 16 km
Quando: 17 de maio de 2009
Saída: 8:00 h defronte BB
Ponto de encontro: Banco do Brasil - Av. Bandeirantes
Tempo de duração da caminhada: 4 horas
Percurso principal: 16 km (dificuldade média)
Percurso alternativo: ... km (dificuldade fácil)
Final da caminhada: Fazenda Refugio
Retorno: transporte público
Carro de apoio: não
Usar roupas leves, calçados adequados, protetor solar e boné.
Levar água e lanche de trilha (barra de cereais, fruta, frutas secas, etc)
Como se inscrever: londrinape@gmail.com
Quando: 17 de maio de 2009
Saída: 8:00 h defronte BB
Ponto de encontro: Banco do Brasil - Av. Bandeirantes
Tempo de duração da caminhada: 4 horas
Percurso principal: 16 km (dificuldade média)
Percurso alternativo: ... km (dificuldade fácil)
Final da caminhada: Fazenda Refugio
Retorno: transporte público
Carro de apoio: não
Usar roupas leves, calçados adequados, protetor solar e boné.
Levar água e lanche de trilha (barra de cereais, fruta, frutas secas, etc)
Como se inscrever: londrinape@gmail.com
Caminho do Sol
PERFIL DE UM PEREGRINO
Deixei de ficar refletindo sobre O QUE A VIDA ME RESERVA, para encarar sobre O QUE ESTOU FAZENDO DE MINHA VIDA... daí optei para uma nova fase: assumir a postura de um PEREGRINO. Com uma mochila nas costas, um cantil pendurado nos ombros e um cajado na mão, resolvi trilhar (com a esposa) os 240 Kms. do CAMINHO DO SOL(www.caminhodosol.org.). Por quê? Para encarar o desafio e sua superação, além de estar mais próximo da natureza, em contato com a simplicidade e, ainda, mergulhar nas profundezas do meu ser: descobrir melhor a mim mesmo.
Convivi diariamente com o sol forte, as subidas e descidas do percurso; com as inúmeras trilhas e setas indicativas do caminho; com a sede e a fome, as dores musculares, as três bolhas no calcanhar do pé esquerdo e o ferimento na parte posterior do dedão do pé direito, causada pelo tênis mal amarrado. Tomei “DORFLEX” e fiz escalda-pés. Carreguei pendurado na mochila, sem receio algum as peças de roupas ainda molhadas do dia anterior, penduradas ali para acabar de secar durante o trajeto. Pode parecer hilário, mas necessário.
Parei inúmeras vezes para descansar, tirar pedrinhas e barro do tênis, fazer xixi e tomar água; para tirar fotos, esperar os companheiros de jornada ou certificar-me se estava na direção correta. Andei junto, separado, devagar e com pressa; de maneira tranqüila e por vezes ofegante. Passei por canaviais extensos e trilhas sem fim; por pontes, mata-burros, cidades, vilas, fazendas e vendas. Acordei cedo, antes do raiar do sol, dormi cedo por cansaço.Nessa empreitada levei meu corpo ao limite do cansaço físico e mental.
Lavei minhas roupas, senti o peso da mochila, compartilhei o banheiro, quarto, tanque, varal, cremes, pomadas e talcos para os pés; repelentes e protetor solar. Acordei de madrugada, com o piar dos pássaros e por vezes, com o barulho dos passos, a tosse ou ronco de companheiros do quarto. Senti a chuva fria no corpo e na roupa. Fotografei muito. Tomei muita água, enchi e esvaziei vários cantis, comi de tudo: de salada a arroz-com-feijão e frutas, no entanto fiz em cada refeição um propósito de renúncia: NUNCA EXIGI NADA, OPTEI POR ACEITAR TUDO O QUE ME OFERECIAM E SERVIAM, DE BOM GRADO, sem recusa, nem descaso.
Blasfemei, reclamei do sol forte, do cansaço, da sede, do trajeto e até de algum local que me acolheu como pousada. Dormi em ambientes partilhados com outras pessoas, daí não tive o direito de escolha sobre a hora de acordar. Tomei banho sem privacidade expondo minha nudez a outrem..Usei traje incomum, bem diferente do utilizado no dia-a-dia: CAMISETA, TÊNIS, MEIAS GROSSAS, BERMUDA, UM CANTIL PENDURADO; CHAPÉU COM PROTETOR DE SOL PARA A NUCA , SEM ESQUECER DA MOCHILA PESADA NAS COSTAS e um CAJADO NA MÃO.
Descobri que o peregrino tem um abraço especial: o mais afetuoso que já conheci. Um contato físico aberto, sem ameaçar a intimidade do outro, tocando-se de maneira natural, saudável, afável mesmo, numa demonstração pura e simples de CARINHO, ACOLHIMENTO e AMOR AO PRÓXIMO. O custo? A CORAGEM DE SE TORNAR VULNERÁVEL sem, no entanto, estar preocupado com a rejeição, embora inúmeras vezes estivesse com a roupa e o corpo impregnados de suor. Nele se sente apoio, força e segurança, compartilhando -se, pelo contato físico, fortes emoções. De olhos abertos ou fechados, a atenção se concentra na RESPIRAÇÃO, calma, tranqüila, relaxada e NO CONTATO DE CORAÇÃO COM CORAÇÃO. Aprendi que o Peregrino não EXIGE, AGRADECE.
CONCLUSÃO: Faço minhas as palavras de GIBRAN KAHLIL GIBRAN: “Certa vez, notei um homem sentado perto de Jerusalém. Todas as vezes em que eu passa ali. Ele continuava no mesmo lugar. Perguntei ao meu guia quem era, e ele, rindo, disse que o velho tinha enlouquecido. Então, resolvi aproximar-me, e perguntei: “ O que você está fazendo?” “Estou olhando os campos”, respondeu o homem. “E o que mais?”, eu quis saber. “Isto não é suficiente para entender a vida?” , respondeu o tal homem a quem chamavam de louco.
VIVEMOS LUTANDO PELAS COISAS COMPLICADAS , E ESQUECEMOS QUE OLHAR OS CAMPOS É MAIS DO QUE SUFICIENTE PARA COMPREENDER DEUS”.Completando: E A GENTE TAMBÉM!
Deixei de ficar refletindo sobre O QUE A VIDA ME RESERVA, para encarar sobre O QUE ESTOU FAZENDO DE MINHA VIDA... daí optei para uma nova fase: assumir a postura de um PEREGRINO. Com uma mochila nas costas, um cantil pendurado nos ombros e um cajado na mão, resolvi trilhar (com a esposa) os 240 Kms. do CAMINHO DO SOL(www.caminhodosol.org.). Por quê? Para encarar o desafio e sua superação, além de estar mais próximo da natureza, em contato com a simplicidade e, ainda, mergulhar nas profundezas do meu ser: descobrir melhor a mim mesmo.
Convivi diariamente com o sol forte, as subidas e descidas do percurso; com as inúmeras trilhas e setas indicativas do caminho; com a sede e a fome, as dores musculares, as três bolhas no calcanhar do pé esquerdo e o ferimento na parte posterior do dedão do pé direito, causada pelo tênis mal amarrado. Tomei “DORFLEX” e fiz escalda-pés. Carreguei pendurado na mochila, sem receio algum as peças de roupas ainda molhadas do dia anterior, penduradas ali para acabar de secar durante o trajeto. Pode parecer hilário, mas necessário.
Parei inúmeras vezes para descansar, tirar pedrinhas e barro do tênis, fazer xixi e tomar água; para tirar fotos, esperar os companheiros de jornada ou certificar-me se estava na direção correta. Andei junto, separado, devagar e com pressa; de maneira tranqüila e por vezes ofegante. Passei por canaviais extensos e trilhas sem fim; por pontes, mata-burros, cidades, vilas, fazendas e vendas. Acordei cedo, antes do raiar do sol, dormi cedo por cansaço.Nessa empreitada levei meu corpo ao limite do cansaço físico e mental.
Lavei minhas roupas, senti o peso da mochila, compartilhei o banheiro, quarto, tanque, varal, cremes, pomadas e talcos para os pés; repelentes e protetor solar. Acordei de madrugada, com o piar dos pássaros e por vezes, com o barulho dos passos, a tosse ou ronco de companheiros do quarto. Senti a chuva fria no corpo e na roupa. Fotografei muito. Tomei muita água, enchi e esvaziei vários cantis, comi de tudo: de salada a arroz-com-feijão e frutas, no entanto fiz em cada refeição um propósito de renúncia: NUNCA EXIGI NADA, OPTEI POR ACEITAR TUDO O QUE ME OFERECIAM E SERVIAM, DE BOM GRADO, sem recusa, nem descaso.
Blasfemei, reclamei do sol forte, do cansaço, da sede, do trajeto e até de algum local que me acolheu como pousada. Dormi em ambientes partilhados com outras pessoas, daí não tive o direito de escolha sobre a hora de acordar. Tomei banho sem privacidade expondo minha nudez a outrem..Usei traje incomum, bem diferente do utilizado no dia-a-dia: CAMISETA, TÊNIS, MEIAS GROSSAS, BERMUDA, UM CANTIL PENDURADO; CHAPÉU COM PROTETOR DE SOL PARA A NUCA , SEM ESQUECER DA MOCHILA PESADA NAS COSTAS e um CAJADO NA MÃO.
Descobri que o peregrino tem um abraço especial: o mais afetuoso que já conheci. Um contato físico aberto, sem ameaçar a intimidade do outro, tocando-se de maneira natural, saudável, afável mesmo, numa demonstração pura e simples de CARINHO, ACOLHIMENTO e AMOR AO PRÓXIMO. O custo? A CORAGEM DE SE TORNAR VULNERÁVEL sem, no entanto, estar preocupado com a rejeição, embora inúmeras vezes estivesse com a roupa e o corpo impregnados de suor. Nele se sente apoio, força e segurança, compartilhando -se, pelo contato físico, fortes emoções. De olhos abertos ou fechados, a atenção se concentra na RESPIRAÇÃO, calma, tranqüila, relaxada e NO CONTATO DE CORAÇÃO COM CORAÇÃO. Aprendi que o Peregrino não EXIGE, AGRADECE.
CONCLUSÃO: Faço minhas as palavras de GIBRAN KAHLIL GIBRAN: “Certa vez, notei um homem sentado perto de Jerusalém. Todas as vezes em que eu passa ali. Ele continuava no mesmo lugar. Perguntei ao meu guia quem era, e ele, rindo, disse que o velho tinha enlouquecido. Então, resolvi aproximar-me, e perguntei: “ O que você está fazendo?” “Estou olhando os campos”, respondeu o homem. “E o que mais?”, eu quis saber. “Isto não é suficiente para entender a vida?” , respondeu o tal homem a quem chamavam de louco.
VIVEMOS LUTANDO PELAS COISAS COMPLICADAS , E ESQUECEMOS QUE OLHAR OS CAMPOS É MAIS DO QUE SUFICIENTE PARA COMPREENDER DEUS”.Completando: E A GENTE TAMBÉM!
(by Tadeu Miranda)
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